quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Os benefícios medicinais do mel de abelhas JATAÍ

Abelha Jataí

O mel de jataí contém substâncias capazes de substituir antibióticos.
As doutoras Marilda Cortopassi Laurino e Dilma S.Gallis, fizeram uma pesquisa no Instituto Adolfo Lutz em S.Paulo, quando examinaram 14 amostras de méis de meliponídeos inclusive o mel de Jataí, constatando ação antibacterianas superior ao mel de Apis mellifera.
O mel de Jataí não possui sacarose, é composto por levulose, uma substância mais doce que a sacarose, numa concentração de mais ou menos 45% e de dextrose com uma média de 25%, muita água, por isso é mais fino e liquefeito em relação ao mel de Apis.
Além de catarata, o mel de Jataí é usado para tosse, bronquite e cicatrização de feridas.
O mel destas abelhas é mais fluido, devido ao maior teor de água, diferentemente do mel tradicionalmente encontrado no mercado
O mel produzido pelas abelhas sem ferrão é muito utilizado na medicina nativa para o tratamento de diversas doenças, é um excelente complemento alimentar

INDICAÇÕES 

· Descongestionante das vias aéreas nasais.
· Desentupimento dos brônquios , bronquíolos.
· Destrói as cepas bacterianas causadoras de infecções.
· Desenvolve maior capacidade criativa de anticorpos.
· Tratamento a todos os distúrbios respiratórios.

· Gripes e resfriados.

O mel das abelhas sem ferrão apresenta composição diferente do mel de Apis mellifera.
       
O mel da jataí é bem mais liquido do que o mel do gênero Apis e é mais rapidamente absorvido quando passado na pele. Seu pH é baixo (ácido). O mel tem sido utilizado na alimentação, como antisséptico, como conservante de frutas e de grãos e até para embalsamar, devido a sua ação anti-putrefante. Seu efeito como bactericida (bactérias gran positivas e negativas ) se dá devido a uma substância chamada de " inibina " ( resultado do acúmulo de peróxido de hidrogênio produzido pelo sistema da glicoseoxidase do mel ). O mel de jataí, quando maduro , é envolvido por potes ovais mais ou menos esféricos, medindo cerca de 1 cm de diâmetro cada um..


CARACTERÍSTICAS ORGANOLÉPTICAS DO MEL DA ABELHA JATAÍ (Tetragonisca angustula )
 
- líquido, com espuma superficial, aroma e sabor fortes.
- acidez (meq/kg) :31,66
- umidade :25,1%
- sólidos solúveis :74,728%
- sólidos insolúveis :0,172%
- açúcar invertido (frutose, destrose, glicose): 61,807% ( o mel de Apis tem, no mínimo, 72% )




terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Como participar do grupo ABENA

As Abelhas Nativas Sem Ferrão ASF, ou "Abelhas Indígenas", são insetos sociais úteis para a natureza e responsáveis pela polinização de um grande número de vegetais. Por desempenharem a tarefa de fecundação da maioria das plantas, contribuem na proliferação da flora e da fauna.

Hoje o Brasil é líder em pesquisas sobre abelhas sem ferrão, tanto em número de pesquisadores, em projetos de pesquisa e na produção de artigos científicos.

Também somos líderes em número de criadores de abelhas sem ferrão e aficionados.

O grupo ABENA foi criado justamente para unir pesquisadores,  criadores e aficionados, facilitando e incentivando o intercâmbio de  conhecimentos entre seus membros, de forma a fomentar a união entre a ciência e a prática, colaborando de forma positiva na divulgação da meliponicultura e no incentivo à organização dos meliponicultores.

Hoje o Grupo ABENA, já ultrapassou em muito o milhar de membros e é o maior fórum sobre abelhas sem ferrão, em todo o mundo, funcionando como um repositório do conhecimento melipônico.

O grupo ABENA é um grupo moderado, para que se possa evitar a presença de hackers, a difusão de vírus ou spams, bem como para preservar à harmonia do grupo.

Qualquer pessoa pode ingressar no grupo ABENA, para isso são necessárias duas etapas:

1 - enviar uma mensagem em branco para: Abena-subscribe@yahoogrupos.com.br

2 - enviar outra mensagem com o assunto: FICHA DE INSCRIÇÃO* (veja abaixo), ao Moderador do Grupo, Gesimar: gesimar@terra.com.br

A aprovação da inscrição é condicionada ao envio prévio da ficha, com todos os dados abaixo:
Nome Completo:
E-mail:
E-mail alternativo:
Abelhas nativas que cria (Qtde por espécie):
Cidade/UF:
Endereço Postal com Cep:
Telefone: DDD+
Principal ocupação:

*Dados obrigatórios para ingresso no grupo ABENA

Através do grupo, você poderá permutar discos de cria, adquirir/ofertar colméias (renovando a genética dos seus enxames); baixar Livros, Modelos de Caixas racionais, Utensílios de manejo; Relação de Plantas melíferas, etc. Tb poderá ler e enviar mensagens.

Para acesso aos documentos, fotos, arquivos e mensagens antigas do grupo ABENA, é preciso cadastrar seu e-mail no yahoogrupos.com.br ou no yahoogroups.com, para que você possa acessar o grupo através da Web. Se você não fizer isso, só receberá a novas mensagens, através do seu e-mail e também poderá enviar e-mails para o grupo: Abena@yahoogrupos.com.br.

Estando cadastrado no Yahoo, você também pode optar por não receber e-mails e só efetuar sua leitura através da Web, para isso basta entrar no yahoogrupos.com.br, e após entrar na página do grupo ABENA, escolher o link “Opções de associação”, aí é só seguir as instruções da página.

Infelizmente, os anexos de mensagens não são arquivados, de forma que mesmo acessando as mensagens antigas através da WEB, você só vai ter acesso ao texto das mensagens. O mesmo vai acontecer com as mensagens novas, se você optar por não receber mensagens através de e-mail e só lê-las através da Web.

Os documentos do Abena estão na pasta ARQUIVOS.
Na pasta FOTOS estão as imagens das ASF.
No ícone "LINKS" outras endereços melipônicos.

Convide seus amigos para conhecerem o mundo das Nativas.
Se atualize pesquisando as mensagens já discutidas e participe enviando as suas descobertas ou dúvidas para o fórum.

Se um dia você quiser SAIR do grupo ABENA, a nossa sugestão é que reconsidere e não o faça, ao invés disso, entre na opção de associação e escolha a opção de não receber e-mails.

Se nossa sugestão não for aceita, basta olhar o rodapé das msgs e seguir o link desejado.

Seja Bem Vindo ao Grupo Abena!
Esperamos encontrá-lo em breve, participando ativamente na troca de informaçõe

sábado, 4 de dezembro de 2010

AS PRINCIPAIS MELIPONAS DO BRASIL

ABELHA MANDAÇAIA



Entrada do ninho da Mandaçaia 
(Melipona quadrifasciata anthidioides)
 
Abelha com características excelentes para se criar racionalmente. E, por contar com uma incidência maior em várias regiões do país, indo desde o Paraná ao Estado da Bahia. Seu nome científico é: Melipona quadrifasciata, mas é conhecida popularmente por Mandaçaia, que na linguagem indígena significa vigia bonito ( mandá: vigia) (çai: bonito), fato este por se observar no orifício de entrada da colmeia uma abelha sempre presente, ou seja, a vigia.  É uma abelha de cor negra, tendo em seu abdômen quatro listras amarelas brilhantes transversais nos tergitos. A região entre as antenas, geralmente possui pelos negros, na parte inferior da face tem uma pontuação muito fraca, o ventre e a porção mediana superior do tórax, são pouco lustrosos na base do que no ápice. É uma abelha robusta e o seu tamanho mede entre 8 a 12 mm.

Discos de cria da Mandaçaia
(M. quadrifasciata anthidioides)
 
A Mandaçaia tem sua presença ao longo da costa atlântica, desde o Norte até o Sul, sendo que a subespécie quadrifasciata ocupa as regiões de São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, e a subspécie anthidioides habita as regiões ao Norte, sendo que no Estado de São Paulo podemos encontrar as duas subspécies. O ninho geralmente tem a forma de discos sobrepostos e no sentido horizontal, estes discos são formados por células com aproximadamente 1cm de altura por 0,5cm de diâmetro, confeccionados com cerume, onde são desenvolvidas as crias. Constróem, também, com o mesmo cerume, potes ovais, medindo cerca de 3 a 5cm de altura, por 2,5cm de diâmetro, ligados entre si. Estes potes são usados para armazenar alimentos, mel e pólen, e se encontram geralmente abaixo ou acima da região dos favos de cria, e também próximo dos mesmos.
Potes de alimento (mel) da Mandaçaia 
(M. quadrifasciata anthidioides)
O mel produzido pela Mandaçaia é procurado pelo seu agradável sabor, não enjoativo. É bastante liquifeito devido ao alto teor de umidade, fato este que requer que o mesmo fique armazenado sob refrigeração, para evitar a fermentação. Na natureza a Mandaçaia pode produzir de 1,5 a 2,0 litros de mel em épocas de boa florada, criada racionalmente a produção pode aumentar.




ABELHA URUÇU AMARELA

Entradas dos ninhos de Uruçu amarela
(Melipona mondury)
São abelhas sociais, que vivem em colônias grandes. São pouco agressivas, cujo comportamento defensivo é beliscar a pele. Apresentam colônias grandes. Os ninhos são encontrados: ocos de árvores. A entrada do ninho é localizada no centro de raias convergentes de barro e permite que apenas uma abelha entre ou saia de cada vez. Os favos de cria são horizontais ou helicoidais e não ocorrem células reais. O invólucro está presente e é constituído de várias membranas de cerume. Os potes de alimento possuem cerca de 4 cm de altura.
Distribuição geográfica
Bahia, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo


Discos de cria da Uruçu amarela
(M. mondury)
 

Potes de alimento 
(mel e pólen) da Uruçu amarela (M. mondury)








ABELHA URUÇU
Entradas dos ninhos de Uruçu 
(Melipona scutellaris)
Uruçu é uma palavra que vem do tupi "eiru'su", que nessa língua indígena significa "abelha grande".
O nome "uruçu" está relacionado com diversas abelhas do mesmo gênero, encontradas não só no Nordeste, mas também na região amazônica. A tendência, porém, é a de reservar o termo "uruçu" para a abelha da zona da mata do litoral baiano e nordestino, que se destaca pelo tamanho avantajado (semelhante à Apis), pela produção de mel expressiva entre os meliponíneos e pela facilidade do manejo.

Discos de cria da Uruçu
(M. scutellaris)
 
Os ninhos têm entrada típica, sempre com abertura no centro de raias de barro convergentes, sendo que também podemos encontrar ninhos cujas raias de barro são elevadas e formam uma coroa, freqüentemente voltada para baixo. Essa entrada, que dá passagem para as abelhas, é guardada por uma única operária.
No interior da colméia, encontramos várias camadas (lamelas) de cerume que formam o invólucro (ver imagem abaixo), material maleável resultante da mistura de cera produzida pelas abelhas misturado com a resina que elas coletam nas plantas. O cerume é o material básico utilizado em todas as estruturas que existem dentro do ninho.
As abelhas sem ferrão mantêm a cria e o alimento em estruturas diferentes. Os ovos são colocados em células de cria (foto 4) que contêm todo o alimento larval necessário para o desenvolvimento da larva.
Várias células de cria justapostas formam o favo, que pode ser horizontal ou mais raramente, helicoidal. Quando a abelha nasce, a célula de cria é desmanchada e o cerume reaproveitado em outras construções no ninho.


 Potes de alimento  
(mel e pólen) da Uruçu (M. scutellaris)
 
A abelha uruçu do litoral baiano e nordestino se destaca de outras abelhas da região pelo seu porte avantajado (é do tamanho de Apis mellifera ou maior), pela grande produção de mel e pela facilidade de manejo, atividade que já era desenvolvida pelos povos nativos antes da chegada dos colonizadores. Baseado nesses conhecimentos, vários pesquisadores e meliponicultores dessa abelha têm se dedicado com êxito, ao trabalho de extensão e manejo, incentivando populações rurais, assentados e curiosos na criação de abelhas nativas com caixas e métodos de divisão simples.
Os méis, que podem ser comercializados em litros, são mais líquidos que os de Apis. São usados como remédio, renda extra ou mesmo um alimento melhor para essas famílias. Nos trabalhos mais criteriosos, os criadores das abelhas são incentivados a retirar o mel com bomba sugadora, o que diminui o manuseio, o desperdício de mel no fundo das caixas e evita a morte de ovos e larvas quando não se inclina a colméia para escorrer o mel.










domingo, 21 de novembro de 2010

RAINHA DE ABELHA JATAI


A abelha-mestra ou rainha de uma colméia de jataí ou mirim é bem maior que as obreiras (operárias). Possui o corpo disforme em relação à cabeça, parecendo-se com um besouro. Para exemplificar, pode-se dizer que a abelhinha ficou presa pela traseira a um grande reboque, pois é nessa parte
que está localizado o ovário.
A rainha, uma vez instalada com a família, jamais abandonará a
caixa, porque, de forma alguma, poderá alçar vôo, permanecendo na
colméia, até sua morte, quando então será substituída por outra.

ZANGÃO DE ABELHA JATAI COPULANDO COM RAINHA VIRGEM DE JATAI

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

ENXAMEAÇÃO DE ABELHA JATAI NA ISCA PET DEBAIXO DA CAIXA D'ÁGUA



Caixas com Abelhas Jataís e Irais


A IMPORTÂNCIA DA MELIPONICULTURA PARA O MEIO AMBIENTE





Introdução
As abelhas sem ferrão, ou meliponíneos, são as nativas do Brasil, onde encontramos cerca de 300 espécies. Principalmente nas regiões Norte e Nordeste do Brasil, o mel destas abelhas é muito apreciado e seu comércio regional traz um complemento financeiro importante para seus criadores (Venturieri et al., 2003).

As abelhas da tribo Meliponini, são responsáveis, de acordo com o ecossistema, por 40-90% da polinização da flora de fecundação cruzada (Kerr et al., 1996).

Objetivos
Com este trabalho pretendemos indicar porque deve ser promovida a criação de meliponários juntamente com programas de reflorestamento e de restauração ambiental, além do plantio de árvores melíferas e ainda as usadas para a nidificação de abelhas nativas, pois estas são fundamentais para a manutenção das espécies de flora, tanto nativas como de produção agrícola.

Metodologia
A partir de levantamento bibliográfico foram selecionado artigos que corroboram a hipótese levantada por Kerr et al (1994) sobre a importância das abelhas da tribo Apini para a Conservação Ambiental, especialmente para a manutenção de florestas. Foram enfatizados aqueles relacionados à iniciativa da Convenção da Diversidade Biológica por sua relevância internacional.

Resultados e Discussão
Voando de flor em flor para buscar o néctar, matéria prima para o mel, ou o pólen, fonte de proteínas para a sua cria, as abelhas polinizam a flora. Transportam durante o vôo o pólen, gametas masculinos, para estigmas de outras flores da mesma, o receptor do aparelho feminino. Assim em idas e vindas em busca de alimento, as abelhas retribuem às plantas que lhes fornecem alimento, o serviço da fertilização cruzada que resulta em frutos de melhor qualidade e maior número de sementes em uma relação benéfica para as duas partes. Mais de 80% de todas as espécies de plantas com flores e mais de ¾ das culturas agrícolas do mundo dependem de polinizadores.

A Convenção da Diversidade Biológica foi concebida na Rio 92 e implantada a partir de 1993. Em 1995, foi introduzido tema da biodiversidade agrícola. Nesta ocasião, a polinização e a conservação dos solos foram assuntos considerados da maior importância para manutenção da diversidade agrícola. O governo brasileiro, ciente da importância da polinização na sustentabilidade e na manutenção das relações complexas entre a flora e fauna, sugeriu a priorização do estudo de polinizadores de importância agrícola. O valor do serviço da polinização está acima de US$ 65 bilhões por ano.

Na “Iniciativa Brasileira de Polinizadores” espera-se trabalhar desde a conscientização popular sobre a relevância dos serviços ambientais prestados pelos polinizadores na Agricultura e na Conservação Ambiental, e a capacitação de recursos humanos, até o desenvolvimento de pesquisas, para o preenchimento das lacunas entre o conhecimento acadêmico e suas aplicações.

A estratégia proposta vem beneficiar a agricultura e o ambiente. As ações governamentais se iniciaram com a regulamentação da meliponicultura. Deverá ser restringido o uso de inseticidas para permitir a vida dos polinizadores em áreas agrícolas. O ambiente deverá ser conservado e restaurado para facilitar a nidificação dos polinizadores e portanto sua sobrevivência. Somente assim estaremos assegurando a segurança alimentar e melhoria da qualidade de vida das populações humanas.

Bibliografia

IMPERATRIZ-FONSECA, V.L.. A Meliponicultura e a Iniciativa Brasileira de Polinizadores. In: XV Congresso Brasileiro de Apicultura e I Congresso Brasileiro de Meliponicultura. Natal 2004. Disponível em http://eco.ib.usp.br/beelab/conf_melipo_inc_bras_polin.pdf
KERR, W.E. et al. Há salvação para os Meliponinae?. In: ENCONTRO SOBRE ABELHAS, 1994, RIBEIRÃO PRETO. Anais...Ribeirão Preto: USP, 1994. p. 60-65.

KERR, W.E et al. Aspectos pouco mencionados da biodiversidade amazônica. Biodiversidade, pesquisa e desenvolvimento na Amazônia. In: PARCERIAS ESTRATÉGICAS - NÚMERO 12 - SETEMBRO 2001. p. 20-41.

VENTURIERI, G., et al. Avaliação da introdução da criação racional de Melipona fascuculata (Apidae: Meliponina), entre os agricultores familiares de Bragança - PA, Brasil. In: Biota Neotropica, vol 3, (2003) p. 1-7

sábado, 13 de novembro de 2010

MINHA HISTÓRIA


Tudo começou quando o Pastor Alexandrino no ano de 2007 trouxe de uma obra de construção civil uma caixinha de madeira que tinha colocado algumas abelhas jataí (Tetragonisca angustula ) que tinha tirado de um muro ele sem experiência e sem conhecimento colocou algumas abelhas e veio também um pouco de cera na caixa e provavelmente deixou a rainha morrer junto com todos os discos de cria, aconteceu depois de alguns dias as abelhas abandonaram a caixa e ela ficou esquecida por aproximadamente 8 meses. Em novembro de 2009 sua esposa Missionária Antonia Maria me alertou que a caixa que o Pastor Alexandrino trouxe da obra as abelhas tinha voltado, ela me incentivou a buscar conhecimento sobre estas abelhas que eu nunca tinha ouvido falar, e nesta busca foi a onde a paixão começou.