domingo, 11 de outubro de 2015

Escolas no Rio incluem a meliponicultura em suas atividades educacionais

Amigos leitores e meliponicultores para mim é uma satisfação está empenhado para o crescimento da meliponicultura, pois sei que se investimos na meliponicultura como ferramenta fundamental na educação ambiental  nas escolas e no aprendizado de nossas crianças vamos ter um futuro promissor dentro da atividade e na preservação destas espécies como também para o meio ambiente.

É por isso que algumas escolas no Estado do Rio de Janeiro estão tendo esta oportunidade e experiência de ter incluso em suas atividades educacionais a meliponicultura e contam com meliponarios educativos com algumas espécies de abelhas nativas sem ferrão.

Juntamente com o Instituto Moleque Mateiro estamos desenvolvendo este projeto que tem alcançado algumas escolas do Rio de janeiro e vamos se Deus quiser ampliar para o maior número possível de meliponarios educativos em escolas.


Oficina de iscas alunos aprendendo a confecionar iscas para captura.
Cada aluno teve a oportunidade individual de conhecerem passo a passo a confecção das iscas
pet.
Conhecendo os discos de cria das meliponas.
Com as iscas prontas e contentes os alunos  levaram as iscas prontas para suas casas a fim de que seus pais pudessem espalhar as iscas pet com feromonio e cera, isto tem como  objetivo  chamar a atenção da importância da preservação das abelhas nativas sem ferrão como também oferecer a oportunidade dos alunos e os pais de criarem abelhas nativas sem ferrão através da captura em isca pet para polinização das variedades de plantas em suas propriedades.
Alunos conhecendo os discos de cria e sua estrutura.
Crianças conhecendo a colônia de mandaçaia por dentro da caixa ornamental.
Aprendendo a diferença entre os discos de cria novos e maduros.
Alunos aprendendo a história sobre abelhas nativas sem ferrão.
Alunos encantados com a colônia de abelha mandaçaia.
Meliponicultor Christiano mostrando a importância das abelhas nativas para preservação do meio ambiente.

domingo, 28 de junho de 2015

Atividades com abelhas nativas sem ferrão no 41 aniversário do Parque Estadual da Pedra Branca.

Foi um dia muito bom com uma pequena palestra sobre as várias  espécies de abelhas nativas sem ferrão e principalmente as existentes no Parque, a produção de mel e subprodutos  e também fizemos duas transferências de colônias de abelhas mandaçaia e irai para caixas ornamentais no total serão 30 caixas ornamentais patrocinadas pela empresa Light com várias espécies de abelhas nativas sem ferrão para compor e renovar o meliponario de educação ambiental do Parque Estadual da Pedra Branca  onde temos o Projeto Natureza Doce.














terça-feira, 2 de setembro de 2014

Meliponicultura é uma ferramenta fundamental na educação ambiental nas escolas.

A escola Favinho e Mel recebeu nesta segunda feira uma caixinha ornamental com uma colônia de abelha Mandaçaia ( Melipona quadrifasciataque encantou tanto as crianças como as professoras a diretoria da escola e também os pais dos alunos que ficaram surpresos por não conhecerem essas abelhas, esta caixa de abelha mandaçaia vai ser uma ferramenta importantíssima na educação ambiental na escola, ensinando como devemos respeita e preservar os polinizadores para preservação do meio ambiente










quinta-feira, 22 de maio de 2014

Abelhas nativas em projeto de reflorestamento da Prefeitura do Estado do Rio de Janeiro.

Olá amigo meliponicultores e leitores do site, fico imensamente feliz em compartilhar esta postagem, pois estou auxiliando o primeiro projeto de abelhas nativas chamado “Rio de abelhas" desenvolvido pela GCL Consultoria e Gestão LTDA no Estado do Rio de Janeiro em área de reflorestamento da Secretaria Municipal de Meio Ambiente da Prefeitura do Rio.
Tendo como principais objetivos:

1. Identificar e quantificar os tipos polínicos, por meio da Melissopalinologia.
2. Identificar as espécies vegetais consideradas nectaríferas e/ou poliníferas disponíveis nas áreas reflorestadas do Mutirão reflorestamento.
3. Elaborar um calendário de plantas nectaríferas e poliníferas das áreas reflorestadas.
4. Capacitar monitores nessa atividade para serem futuramente multiplicadores.
5.  Gerar dados científicos sobre o desenvolvimento das colônias de abelhas instaladas e a potencialidade da floresta implantada, que serão apresentados na forma de resumos e artigos técnicos e científicos em eventos afins. 


Isto nos mostra que a meliponicultura tem crescido no Estado Rio de Janeiro principalmente no que se refere a preservação do meio ambiente.